Nosso trabalho agora será mostrar o que ele tem a oferecer, analisando sua vocação para manter suas tarefas em dia, em qualquer lugar.
Características principais
- 3G, GPS, Wi-fi
- Câmera de 3.2 megapixels com autofoco
- Teclado QWERTY completo no slide e teclado alfanumérico na frente
- Tela de 2,6 polegadas
- Smart Dial
Pontos negativos
- Tampa do slot para microSD difícil de abrir
- Menu confuso
Construção e ergonomia
Um celular elegante. Essa seria a descrição curta sobre o Nokia E75, mas não estamos aqui para um teste curto. Ele é bonito e parece um celular normal, graças ao teclado alfanumérico na frente. Na mão, ele só fica um pouco pesado, graças às partes de metal. Mas muito firme e agradável.




Ao abrir o slide, mostrando o teclado QWERTY, temos uma noção de sua vocação. O teclado é muito bom. Ele pode parecer ruim, por suas teclas sem elevação, mas elas têm tamanho suficiente e resposta muito precisa para tornar esse teclado uma delícia de usar.



O slide é muito bom, com apenas uma pequena folga na parte de baixo, ele abre e fecha com maciez e precisão.
No topo do E75 temos apenas o conector para fones de ouvido. A parte de frente mostra a saída de áudio, sensor de luminosidade, câmera para vídeo-chamadas, a tela, o teclado, direcional e as outras teclas de comando.


O direcional está bem destacado, não deixando margem para erros na navegação ou usando a tecla central de confirmação. Em volta dele temos a tecla para apagar (como um backspace) e os atalhos para o menu/tela inicial, calendário e mensagens. Nos cantos temos as teclas direita e esquerda, tecla SEND e tecla END.

Por não terem separação lateral, ocorrem alguns erros ao usar essas teclas, mas nada que seja um pé na janta. O teclado alfanumérico também não tem divisão entre as teclas lateralmente, mas como elas são maiores, evitam os erros. Aqui essa falta de divisão só atrapalha no uso sem olhar, contando apenas com o tato.
Na lateral esquerda temos as entradas do cartão de memória e do cabo microUSB. As tampinhas são boas para evitar sujeira, mas são meio duras. A do USB é fácil de abrir e só fica atrapalhando um pouco para conectar o cabo. Já a do microSD é muito dura, exigindo paciência para abrir.



Na lateral direita temos as teclas de volume, botão central e a tecla da câmera. As teclas de volume são ótimas, bem diferenciadas e com retorno tátil muito bom. Já a tecla central, usada para comandos de voz e a função mudo, é muito ruim, exigindo a ponta do dedo com pressão grande para ativá-la. A tecla da câmera também é boa, sendo detalhada na parte sobre fotos.

Na parte de baixo temos apenas a entrada para o carregador e o microfone. Atrás temos a câmera, o alto-falante e a tampa da bateria. Esta é feita de metal e tem um mecanismo de abertura simples, mas que exige um pouco de malabarismo para puxar, já que não fica muito pra fora depois de soltar a trava.




Agora uma comparação com outros dois Nokias: N97 e E71.












A construção do E75 agrada muito. Um celular que se comporta como um aparelho comum quando está fechado, não muito pequeno, mas bem aceitável. As partes de metal o deixam ainda mais imponente, mas ainda assim não chama muito a atenção.
Bonito, discreto e bem feito, esse Nokia se encaixa perfeitamente no papel a que se propõe.